e quando me leram me ofereceram ajuda, me ofereceram orações. ficaram preocupados comigo. Tiveram um dó. Declaram um abaixo da linha do desespero. Setenciaram que a terapia seria de grande valia, anunciaram o caos, o meu caos, eu como o caos. e eu que pensei que era normal viver no turbilhão, viver assim sem pretensão, eu que pensei que era tão comum e tão compartilhado por todos os tantos. Depois de tanto ouvir destes tantos, tive apenas mais dúvida, mais medo, e mais solidão.
Sempre tive esse medo. Ter o olhar resignado das pessoas. E assim o tenho todo só pra mim. Os nossos medos dia ou outro se concretizam, é fato? pareceu-me.
do Lat. euphonia < Gr. euphonía s. f., som agradável; escolha harmoniosa dos sons; suavidade de pronúncia.
14 fevereiro 2007
da foto 3X4 que tirei ontem
o formato 3X4 não mostra o todo, não mostra quem é.
o pequeno quadradinho dá espaço apenas ao sorriso tímido, à pose certa, à boa mão do fotógrafo. estes tão requeridos centímetros quadrados não mostram a cor do sorriso, o sabor da lágrima, o cheiro do cangote e muito menos o timbre ou tom da voz de quem ali está.
rebordosa
uma maré de desânimo invadiu os espaços nesta quarta cotidiana de minha e de muitas vidas, refiro-me aos meus próximos. Esperando que esta seja passageira e efêmera. Em discussões do que fazer a respeito deste estado, chegou-se a uma unanimidade, precisamos de ânimo. E então surge a pergunta que não quer calar: Isto se encontra em chá ou em pílula? e se é vendido, onde se compra? Preciso, precisa-se.
Para alguns, este desânimo chegou em forma de gripe, sugando todas as forças, uma justificativa que se comprova fisicamente e científicamente, que está na cara da gente. Agora.. e como faz quem ainda não pegou uma gripe, mas apenas esse vírus rebordosa, que tira as forças da gente, e tira-se também o tal do ânimo.
Será o calor? Será o cansaço? o que será que será? Será a anemia?
Não sei.. mas preciso de algumas gotas neste momento pra seguir o dia.
Para alguns, este desânimo chegou em forma de gripe, sugando todas as forças, uma justificativa que se comprova fisicamente e científicamente, que está na cara da gente. Agora.. e como faz quem ainda não pegou uma gripe, mas apenas esse vírus rebordosa, que tira as forças da gente, e tira-se também o tal do ânimo.
Será o calor? Será o cansaço? o que será que será? Será a anemia?
Não sei.. mas preciso de algumas gotas neste momento pra seguir o dia.
cheiro de mato
ao acordar recebeu muita informação, na verdade ela buscava notícias. Mas não deu conta. O homem da luz que veio anotar os números, emails duros e retos, um chuveiro pra ser arrumado, um carro pra ser vistoriado, aulas pra serem dadas, faturas que iam vencendo, uma carta pra ser renovada, roupas pra serem lavadas. Isso porque concentrava-se apenas no que urgia e havia uma tese que aguardada sedenta por sua atenção. Ela combinava com esse roda-moinho, esse turbilhão, tinha afinidades por ele ou era perseguida por ele, talvez por isso pensasse ter afinidades. Esse sempre muito o que fazer, muito o que falar, muito o que pensar. Estava cansada admitia. Queria finalmente ter consciência de ter o controle de sua vida, um descanso em uma calmaria de uma manhã bonita no campo, permeada pelo cantarolar dos passarinhos. Ela buscava isso. Aliás, essa foi a única notícia confortadora naquela manhã. Haveria logo, logo uma possibilidade. Ela sentiria o cheiro de mato novamente, iria até ele.
13 fevereiro 2007
o bom da vez
Porque propaganda de boa música, nunca é demais. Ainda mais quando esta música vem das mãos de grandes amigos. Sim, sou fã de carteirinha, porque através deles, meus ouvidos também ficaram mais exigentes.
Nesta quinta-feira, dia 15 de Fevereiro, Estação Santa Fé apresenta uma homentagem ao compositor Tom Jobim, que teria completado 80 anos no último dia 25 de janeiro. O repertório contará não só temas consagrados, como Chovendo na roseira, Caminhos cruzados e Inútil paisagem, mas também com composições pouco conhecidas, como Sue Ann, Antigua e Tide.
O grupo será formado por: BRUNO MANGUEIRA, guitarra; FELIPE SILVEIRA, piano; MARCOS SOUZA, contrabaixo; HELDER SAMARA, bateria.
BRUNO MANGUEIRA QUARTETO - TRIBUTO A TOM JOBIM
Estação Santa Fé - Av. Albino J. B. de Oliveira, 1265, Barão Geraldo, Campinas-SP
Quinta-feira (15/2), 21:30
Estarei lá. Bora?
Nesta quinta-feira, dia 15 de Fevereiro, Estação Santa Fé apresenta uma homentagem ao compositor Tom Jobim, que teria completado 80 anos no último dia 25 de janeiro. O repertório contará não só temas consagrados, como Chovendo na roseira, Caminhos cruzados e Inútil paisagem, mas também com composições pouco conhecidas, como Sue Ann, Antigua e Tide.
O grupo será formado por: BRUNO MANGUEIRA, guitarra; FELIPE SILVEIRA, piano; MARCOS SOUZA, contrabaixo; HELDER SAMARA, bateria.
BRUNO MANGUEIRA QUARTETO - TRIBUTO A TOM JOBIM
Estação Santa Fé - Av. Albino J. B. de Oliveira, 1265, Barão Geraldo, Campinas-SP
Quinta-feira (15/2), 21:30
Estarei lá. Bora?
Homenagem à Larilinha
é pic é pic..
esta é uma homenagem a minha irmã recifense, que foi um presente melhor que bolo de rolo.
Minha amiga, companheira de cana, de caminhada, de mesa e fogão. A menina que gosta de Mafalda e das calças floridas de amarrar, que quer que eu costure estas mesmas calças floridas pra ela. Ela quer um quadro meu pra levar pra Gravatá. A menina que me ensina francês e me ensina a ver que a vida está aí nas minhas fuças. A menina que quer discutir comigo Bourdieu, e que sabe tudo de Bourdieu. A maitre quer abrir um bistrô, e cozinha pra caralho. Batalha nesta cidade que segundo meus amigos paulistanos seria um fim de mundo, almoça comigo no chinês e no bobóbio. Janta comigo e me conta conta, e ouve ouve. A moça que é alérgica aos ácidos, e que se preocupa com o futuro de sua pele. a moça do chapeuzinho azul e da bolsinha florida.
A menina que é parecida comigo, no jeito, na forma, que me entende e me saca. a que sempre é anônima, que quer eu a ensine a escanear, a que me ensinou a escolher vinho, e que não admite a presença de um que custe menos de 10 reais na mesa. Que ama as coisas que eu escrevo e que me observa atenta quando canto, e sorri. Ela gosta da minha voz, e eu canto pra ela.
A moça que fica a coisinha mais linda de vestido e batinhas, mas nunca usa. A menina que nas horas certas me dá os presta-atenção. A menina que vive uma eterna ponte-aérea recife-sumpaulo. A menina que vai brincar os carnavais de 2007 e 2008 comigo. Adotou Fred e apesar das tabaquices e dos petelecos, curte animais que só a porra, mesmo em sua eterna briga com os percevejos, que insistem em tirar sua paz até no banho. a menina dos artuzinhos.
a menina que me faz sorrir e que chora comigo nos momentos negros, nos azuis, nos listrados. a menina que diferentemente de mim não tem medo de chorar. a menina que me ensinou tantas tantas gírias, tabacuda que só, mas que só se aperreia por justa causa..
Visse?! Amo tu!
Oxente! é pra se torar! Tentei te ligar, tu não atendeu, .. hummf.. mas me lembrei de tu e escrevi pra tu!
Bon aniversaire!
esta é uma homenagem a minha irmã recifense, que foi um presente melhor que bolo de rolo.
Minha amiga, companheira de cana, de caminhada, de mesa e fogão. A menina que gosta de Mafalda e das calças floridas de amarrar, que quer que eu costure estas mesmas calças floridas pra ela. Ela quer um quadro meu pra levar pra Gravatá. A menina que me ensina francês e me ensina a ver que a vida está aí nas minhas fuças. A menina que quer discutir comigo Bourdieu, e que sabe tudo de Bourdieu. A maitre quer abrir um bistrô, e cozinha pra caralho. Batalha nesta cidade que segundo meus amigos paulistanos seria um fim de mundo, almoça comigo no chinês e no bobóbio. Janta comigo e me conta conta, e ouve ouve. A moça que é alérgica aos ácidos, e que se preocupa com o futuro de sua pele. a moça do chapeuzinho azul e da bolsinha florida.
A menina que é parecida comigo, no jeito, na forma, que me entende e me saca. a que sempre é anônima, que quer eu a ensine a escanear, a que me ensinou a escolher vinho, e que não admite a presença de um que custe menos de 10 reais na mesa. Que ama as coisas que eu escrevo e que me observa atenta quando canto, e sorri. Ela gosta da minha voz, e eu canto pra ela.
A moça que fica a coisinha mais linda de vestido e batinhas, mas nunca usa. A menina que nas horas certas me dá os presta-atenção. A menina que vive uma eterna ponte-aérea recife-sumpaulo. A menina que vai brincar os carnavais de 2007 e 2008 comigo. Adotou Fred e apesar das tabaquices e dos petelecos, curte animais que só a porra, mesmo em sua eterna briga com os percevejos, que insistem em tirar sua paz até no banho. a menina dos artuzinhos.
a menina que me faz sorrir e que chora comigo nos momentos negros, nos azuis, nos listrados. a menina que diferentemente de mim não tem medo de chorar. a menina que me ensinou tantas tantas gírias, tabacuda que só, mas que só se aperreia por justa causa..
Visse?! Amo tu!
Oxente! é pra se torar! Tentei te ligar, tu não atendeu, .. hummf.. mas me lembrei de tu e escrevi pra tu!
Bon aniversaire!
12 fevereiro 2007
conversa mórbida sobre o tempo, sobre a morte e sobre a vida
-sou hospede do tempo
ele mora em mim
e nao me sobra espaço
eu e o tempo
brigando
acabei de escrever
assim
do nada
compila aí
qdo eu morrer vc faz minha biografia
ele mora em mim
e nao me sobra espaço
eu e o tempo
brigando
acabei de escrever
assim
do nada
compila aí
qdo eu morrer vc faz minha biografia
-eu? .. seria uma honra..
mas não quero pensar na sua morte..quero pensar na sua vida
o sambalanço que passa pela minha cabeça neste momento
São Gonça - seu jorge
Pretinha
Faço tudo pelo nosso amor
Faço tudo pelo bem de nosso bem (meu bem)
A saudade é minha dor
Que anda arrasando com meu coração
Não Duvide que um dia
Eu te darei o céu
Meu amor junto com um anel
Pra gente se casar
No cartório ou na igreja
Se você quiser
Se não quiser, tudo bem (meu bem)
Mas tente compreender
Morando em São Gonçalo você sabe como é
Hoje a tarde a ponte engarrafou
E eu fiquei a pé
Tentei ligar pra você
O orelhão da minha rua
Estava escangalhado
Meu cartão tava zerado
Mas você crê se quiser...
08 fevereiro 2007
e da fome que ainda me assola
estou com muita fome, o que não é nenhuma afirmação surpreendente. Sempre tenho fome, vontade, um buraco sem fim, água na boca e muita imaginação, ...mas meu almoço está assando.
07 fevereiro 2007
naquela manhã que não tardou a chegar
-Moça, aproveitando que você parou pra amarrar o tênis, deixa eu te perguntar.. Você que é a moça alta e dos olhos verdes que veio aqui outro dia? Você que é a moça grandona, que vestia saia jeans?... Viu?! que Baixinho da moringa?
Ela sorriu e continuou sua caminhada, onde era saudade pelos passantes, pelo sol e pelo oxigênio que entrava pelas ventas. Fazia novos planos, em uma nova caminhada. Formulava novos métodos, para a tese de desenvolvimento de sua vida. Havia o suor que brotava pelos poros e a circulação que se fazia notada nos dedos das mãos.
Ela sorriu e continuou sua caminhada, onde era saudade pelos passantes, pelo sol e pelo oxigênio que entrava pelas ventas. Fazia novos planos, em uma nova caminhada. Formulava novos métodos, para a tese de desenvolvimento de sua vida. Havia o suor que brotava pelos poros e a circulação que se fazia notada nos dedos das mãos.
meus leitores caros e presentes
E aí meus amigos leitores de Cabreúva, Rio, Jundiaí, Sampa city, São Vicente, Francisco Morato e arredores globais. Vcs ainda não se cansaram de mim? Mando meu abraço contento e aberto pra vcs que me visitam.
Saravá!
Saravá!
el gran finale..e que seja o fim
que o gran finale seja patético, se apenas dando corda pra se enforcar, enforca-se alguma coisa, que a corda role solta. Claro que é válido apenas nos casos de necessidade extrema de um enforcamento, que seja proeminente, e que seja logo.
Quero que seja arrancado de dentro, o que nunca deveria ter brotado, entrado.. exterminado.
ah se fosse tão simples como um mata baratas, ou uma ratoeira. Eu que adoro um queijo.
Fui patética, tenho tendências auto-destrutivas efêmeras e crônicas, claro isso depende de que setor da minha vida estou falando. Mas ao longo dos dias, na base da pancada, seguimos aprendendo coisas, indigestas, inoportunas, essênciais. Experiências, que se confundem e se embaralham.
Respostas e perguntas que rondam, quase como vozes, muitas vozes, que lhe dizem coisas que as vezes não deveriam ser ouvidas, e outras que deveriam ser acatadas de imediato. Uma confusão atroz, que não finda.
O grande lance, a grande sacada e que ninguém lhe ensina, é saber qual é a certa? qual delas é de verdade? Qual delas deve ser ouvida?
Enquanto os mistérios da vida, ou das vozes não ainda nos dão pistas, seguimos.
Seguimos não com sorte, mas com talento e trabalho, que o suor exale todo o esforço bravamente encarado neste momento. Mesmo que sem vontade de lutar, lute! Siga, dê o próximo passo. Assim como a lagarta que se debate pra sair do casulo. Seu esforço, o struggling (minha palavra preferida dos dicionários de inglês) é necessário, ela necessita dessas pancadas. O tal do esforço pra sair do casulo. O que lhe dá condições pra voar e viver.
Que as pancadas destes dias, do passado e ainda vindouras...nos fortaleça.. caracas.. caralho.. estou tão cansada de pancadas.. Que papinho de auto-ajudo infeliz..
amigos.. assumo.. tô passada e tô precisando me dar alguma pérola, que seja um conforto. Eu que não sou porco, nem porca. Muito das limpinhas, menina asseada e prendada.
Acho que ainda vou levar algumas muitas, não por gostar de ser mulher de malandro... apenas pelo inevitável, pelo que dizem ser coerente na vida.
Tô cansada.. tive um fim de noite, uns últimos meses, dias e semanas de emoções intensas, não recomendado mais para meninas mulheres de seus 28 anos. Estou puta, não santa.
Porque como dizem os velhos ditos populares, não procure sarna pra se coçar, que vc acha.
E eu to me coçando muito.. sabe aquela coceira em volta da casquinha.. pois é..
foi do tombo que levei.
Quero que seja arrancado de dentro, o que nunca deveria ter brotado, entrado.. exterminado.
ah se fosse tão simples como um mata baratas, ou uma ratoeira. Eu que adoro um queijo.
Fui patética, tenho tendências auto-destrutivas efêmeras e crônicas, claro isso depende de que setor da minha vida estou falando. Mas ao longo dos dias, na base da pancada, seguimos aprendendo coisas, indigestas, inoportunas, essênciais. Experiências, que se confundem e se embaralham.
Respostas e perguntas que rondam, quase como vozes, muitas vozes, que lhe dizem coisas que as vezes não deveriam ser ouvidas, e outras que deveriam ser acatadas de imediato. Uma confusão atroz, que não finda.
O grande lance, a grande sacada e que ninguém lhe ensina, é saber qual é a certa? qual delas é de verdade? Qual delas deve ser ouvida?
Enquanto os mistérios da vida, ou das vozes não ainda nos dão pistas, seguimos.
Seguimos não com sorte, mas com talento e trabalho, que o suor exale todo o esforço bravamente encarado neste momento. Mesmo que sem vontade de lutar, lute! Siga, dê o próximo passo. Assim como a lagarta que se debate pra sair do casulo. Seu esforço, o struggling (minha palavra preferida dos dicionários de inglês) é necessário, ela necessita dessas pancadas. O tal do esforço pra sair do casulo. O que lhe dá condições pra voar e viver.
Que as pancadas destes dias, do passado e ainda vindouras...nos fortaleça.. caracas.. caralho.. estou tão cansada de pancadas.. Que papinho de auto-ajudo infeliz..
amigos.. assumo.. tô passada e tô precisando me dar alguma pérola, que seja um conforto. Eu que não sou porco, nem porca. Muito das limpinhas, menina asseada e prendada.
Acho que ainda vou levar algumas muitas, não por gostar de ser mulher de malandro... apenas pelo inevitável, pelo que dizem ser coerente na vida.
Tô cansada.. tive um fim de noite, uns últimos meses, dias e semanas de emoções intensas, não recomendado mais para meninas mulheres de seus 28 anos. Estou puta, não santa.
Porque como dizem os velhos ditos populares, não procure sarna pra se coçar, que vc acha.
E eu to me coçando muito.. sabe aquela coceira em volta da casquinha.. pois é..
foi do tombo que levei.
06 fevereiro 2007
sinapses criativas de livia e éica
me diziam muitas coisas.. dentre as quais.. que minha licença poética andava muito gorda, que era pra eu deixa-la magrinha e botar lenha naquela fogueira. Na outra fogueira.
polifonia
e me diziam que minha eufonia estava mais pra polifonia, e eu estava difícil de ser administrada. Não era algo novo pra mim, eu mesmo estava muito longe de administrar alguma coisa, não conseguir desenrolar os caracóis dos novelos, dos fios perdidos e emaranhados da minha cachola.
E vagava pelas ruas, pelo calor daquela cidade, pensando e enovelando, novelando.
E vagava pelas ruas, pelo calor daquela cidade, pensando e enovelando, novelando.
05 fevereiro 2007
caiu de madura
e se detonou toda, como sempre era acostumada a fazer, se machucou, caiu de madura na rua em espaço público, machucou o braço, o joelho, tinha agora mais hematomas, estava com o corpo dolorido. Tinha feito o angú desandar, não que fosse ficar no ponto certo. Teve dias repletos, fechamentos, inícios, entregas, cansaço, cana, amigos que não mais passaram a mão na cabeça, ressaca, o não beijo, o não olhar, encontros que diziam a ela e mostravam claramente que os caminhos que escolhera até então foram duvidosos.
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