28 janeiro 2012

bolo de castelo

"Domingo é seu aniversário,
já fiz o bolo de castelo,nega maluca e os brigadeiros.
Como todo aniversário, chove."
recado enviado pela Dona Diva (minha mãe), para mim. :)
- pequenas doces lembranças da minha infância que me emocionam.

22 janeiro 2012

planos e vidros

Hoje está um lindo dia pela janela. Limpei os vidros para deixar a luz melhor entrar.
De forma metódica. Primeiro com álcool e jornal, para tirar as camadas de poeira que se acumularam. Já não sei desde quando. Logo depois com um produto para tal. Tudo para atingir a tal perfeição.
Transformar o vidro em matéria inexistente. Quisera eu.

07 dezembro 2011

sur le silence

Parle si tu as des mots plus forts que le silence, ou garde le silence. - Euripide, extrait de "Fragments"

11 setembro 2011

expressões que amo - parte I

c'est n'importe quoi!
je gere!
... si jamais!

14 janeiro 2011

tive sonhos com o passado e acordei angustiada.

19 dezembro 2010

da lágrima

Vou de encontro ao desconhecido.
Não é que não tenha medo.
Tenho medo, muito medo.
Mas sou impulsiva. Gosto do que é novo, do diferente.
Tenho esse secreto desejo de conhecer o que é desconhecido.

Ontem tive vontade de chorar.
Fiz uma pausa e enquanto respirei fundo, senti uma lágrima, que escapou sem permissão.
Não choro com freqüência, exceto em filmes que me parecem muito tristes ou em situações de muito estresse.
Tento digerir a tristeza, dentro mesmo.

E lá, estava eu pronta novamente.
Toda pronta e com as malas prontas para a nova missão.
Não me arrependo, fui muito bem recebido pelos habitantes desta nova ilha.
E tudo acabou em festa, em dança, em gargalhada.

Tá vendo?! disse a mim mesma.
o medo passou.

mas do medo, descobri o porque da lágrima.

17 dezembro 2010

Bem.
é que o silêncio das minhas palavras escritas já venceu o prazo de validade.
E agora preciso re-aprender.
Isso já é um começo.
chega das frases curtas, chega das meias-palavras.
Quero tudo inteiro novamente.
do meu jeito, voltar ao último ponto final.

25 maio 2010

il fait beau

preciso contar.. que Paris realmente, de verdade-verdadeira, é apaixonante.

primavera-verão

as folhas caíram, forraram e se enterraram no chão.
Tudo embranqueceu.
Veio o sol, e o verde se espalhou.
Viva a nova estação.

Mais um ciclo que começa e renova as ruas, o espírito.

28 janeiro 2010

pela janela vejo três tulipas vermelhas e a neve que dança enfurecida

10 outubro 2009

09 outubro 2009

Pois é, meus caros.
Cá estou, feliz da vida, tão feliz que por vezes fico aflita, de medo, de acordar de repente.
Quase quatro meses, já já.
novas tantas coisas, que não mais cabem nos dedos das mãos para contar.
desejos tantos, de tanta coisa a fazer, que o tempo, que acredito piamente ser o bem mais precioso dos dias de hoje, é pouco e voa nos minutos gastos, sonhando e planejando o que se quer fazer.
nas ruas um lindo degradê de cores anuncia o outono

03 setembro 2009

É.. já era hora.
Afinal... agora que o verão acabou e que o semestre vai começar
porque não?
voilá!!!

20 junho 2009

- la vai vc embora de novo
- é
é a vida
que nos leva e traz
igual maré

19 junho 2009

The touch by Marrie Bot

 

um postal que comprei para um casal de amigos há 6 anos atrás
Posted by Picasa

14 junho 2009

da mala que não consegui terminar

olhando ao redor, tento escolher entre as coisas que seguirão comigo
o caos exterior, revela o meu agito.
cabeça inquieta, listas e listas de tarefas e sonhos
peças de roupa são elencadas no figurino dos capítulos desse novo começo.
imagino o acordar, ou no livro que quero ler quando estiver na varanda.
vejo o caminho pro trabalho, e o sol e vento batendo no meu rosto.
as canetas e o caderno que irão na minha mochila, e o casaco pra proteger o frio.
As xícaras de café da manhã
o partilhar das refeições
ponho na minha bagagem alguns dos tantos filmes das sessões dos futuros domingos
largados na recamierre.
a rotina do dia a dia, os vasos de ervas que ajudarei a cuidar durante o verão.
o espaço do armário que vou ocupar, pois levo na minha bagagem votos de um futuro
ao lado seu.

25 maio 2009

(...)

Minha casa era caminho de um vento

comprido comprido que ia até o fim do mundo.

O vento corria por dentro do mundo

corria lobinhando – ninguém não via ele

com sua cara de alma.

Manoel de Barros

24 maio 2009

porque sou um poço de saudade, que é cativa
o que ameniza é esse amor, um amor gigante que preenche este buraco.