a falta de energia
estanca o dia,
e lá fora
a chuva chovendo
e o mundo girando girando.
do Lat. euphonia < Gr. euphonía s. f., som agradável; escolha harmoniosa dos sons; suavidade de pronúncia.
16 julho 2007
12 julho 2007
12 de julho
hoje é o dia do engenheiro florestal
Ah tá.. nunca ouviu falar?
Não, nós não contruimos casa em árvores.
Não construimos móveis, não.
Prazer, sou uma desta espécie.
Ah tá.. nunca ouviu falar?
Não, nós não contruimos casa em árvores.
Não construimos móveis, não.
Prazer, sou uma desta espécie.
sul - nordeste
A noite estava fria, um frio do sul.
Mas ela tinha a boa companhia, companhia de um nordeste, que era já tão familiar e encantador a ela.
Mas ela tinha a boa companhia, companhia de um nordeste, que era já tão familiar e encantador a ela.
paçoca de sobremesa
e ela que era fissurada por paçocas, após pagar a conta do buteco, empunhada com exatos 50 centavos, perguntou pro moço do caixa.
-Quanto é a paçoca?
- 40 centavos
-Faz duas por cinquenta?
O moço com um sorriso largo de pronto fez a troca.
E ela saiu de mão cheia...
Ficava feliz com pequenas coisas, pequenos escambos, pequenas delícias, pequenos quadradinhos de paçocas.
-Quanto é a paçoca?
- 40 centavos
-Faz duas por cinquenta?
O moço com um sorriso largo de pronto fez a troca.
E ela saiu de mão cheia...
Ficava feliz com pequenas coisas, pequenos escambos, pequenas delícias, pequenos quadradinhos de paçocas.
09 julho 2007
das estações
Gostava do frio, mas com o passar do tempo começou a gostar mais do calor..
No fim gostava de todas as estações, apenas tinha preguiça de colocar tanta roupa.
No fim gostava de todas as estações, apenas tinha preguiça de colocar tanta roupa.
das conjunturas
mas.. o mundo é pequeno pra caramba e nos linkamos novamente.
é.. o mundo muda muito, fica rodando..rodando.. e a gente em cima dele..
daí a gente acaba ficando zonzo e muda um pouco ou muito também, junto com o mundo.
- As vezes dá vontade de pedir para ele parar um pouco...
mas ele nao para de girar não.. e não tem jeito
os leites derramam.. e vai passando.. os carros transitam.. e não param...
só param porque tem um farol..que obriga.. e a multa.. claro
a multa.. que chega.. se os transeuntes não obedecem
é.. o mundo muda muito, fica rodando..rodando.. e a gente em cima dele..
daí a gente acaba ficando zonzo e muda um pouco ou muito também, junto com o mundo.
- As vezes dá vontade de pedir para ele parar um pouco...
mas ele nao para de girar não.. e não tem jeito
os leites derramam.. e vai passando.. os carros transitam.. e não param...
só param porque tem um farol..que obriga.. e a multa.. claro
a multa.. que chega.. se os transeuntes não obedecem
Presente do amigo de sempre
e meu amigo de sempre, o homem upiano, esta semana me presenteou com uma dupla que preciso compartilhar com vocês.
Escutem a voz, que voz! Com vocês, com muita honra...
Tuck & Patti
Deliciem-se!!!
Escutem a voz, que voz! Com vocês, com muita honra...
Tuck & Patti
Deliciem-se!!!
08 julho 2007
Desta tormenta
O pesadelo acabou, estou finalmente acordada dele, ainda meio que em frangalhos, afinal a dor vivida mesmo que em sonho é penosa. Muito desgastada, muito cansada.
Na hora que pensei que não mais suportaria, quando estava desistindo, porque não tinha mais forças, não mais forças tinha, vagarosamente fui sendo acordada.
O peito está ainda todo esbugalhado. A respiração sôfrega.
Temerosa por alguma outra tormenta. Um pouco amedrontada.
Pouco aliviada porque, no fim, por hoje acordei do pesadelo, mas sei que alguma hora adormecerei de novo.
Mas este agora, este agorinha, consigo sorrir de novo e consigo ver o verde das folhas, sentir o sopro do vento.
Ansiosa para que bons sonhos venham, sonhos de calma, sonhos da alma.
Na hora que pensei que não mais suportaria, quando estava desistindo, porque não tinha mais forças, não mais forças tinha, vagarosamente fui sendo acordada.
O peito está ainda todo esbugalhado. A respiração sôfrega.
Temerosa por alguma outra tormenta. Um pouco amedrontada.
Pouco aliviada porque, no fim, por hoje acordei do pesadelo, mas sei que alguma hora adormecerei de novo.
Mas este agora, este agorinha, consigo sorrir de novo e consigo ver o verde das folhas, sentir o sopro do vento.
Ansiosa para que bons sonhos venham, sonhos de calma, sonhos da alma.
04 julho 2007
beijo grande?!?!
ah!!! mas e o moço que sente a minha falta, o que me mandou um beijo grande?!?!?
.. ele é.
.. ele é.
onde está a sua beleza, minha viola
afinal pra uma moça bonita, tem que ter um moço bonito. num é não?
digo isso no sentido amplo da palavra, porque não adiante por fora ser bela viola e por dentro pão bolorento.
ho ho ho
o que vale é a beleza (ponto)
o que é beleza?
;)
viva a diversidade, porque eu, gosto do ...oops.
Como diz Tata, a minha ISO, cadê?
ISO pra quê?
digo isso no sentido amplo da palavra, porque não adiante por fora ser bela viola e por dentro pão bolorento.
ho ho ho
o que vale é a beleza (ponto)
o que é beleza?
;)
viva a diversidade, porque eu, gosto do ...oops.
Como diz Tata, a minha ISO, cadê?
ISO pra quê?
03 julho 2007
outro moço bonito
não se incomode não
tenho muitas histórias com moços bonitos
sou cercada deles. vários tipos, idades, sabores e graus de parentesco.
aliás nunca pensei que o moço mais bonito da festa fosse dar prosa pra mim, e sim, ele deu toda a prosa. e o moço nem tão bonito que comigo na festa não quis nem prosear deve ter ficado morrendo de dor de cotovelo. E se não ficou também, xurumelas a esse não bonito.
porque esse tal moço que comigo proseou era bonito, bonito, muito bonito. no sentido literal e carnal da palavra por fora, por dentro acho que era um menino, pois de moço mesmo só tinha a barba. novinho de idade, mas cara de moço de barba e tudo na cara. e era o mais bonito, da festa toda.
e tenho dito.
* é acho que tenho revelado meu gosto apurado por homens com barba e cabelo desgrenhado. afinal pente pra quê?
tenho muitas histórias com moços bonitos
sou cercada deles. vários tipos, idades, sabores e graus de parentesco.
aliás nunca pensei que o moço mais bonito da festa fosse dar prosa pra mim, e sim, ele deu toda a prosa. e o moço nem tão bonito que comigo na festa não quis nem prosear deve ter ficado morrendo de dor de cotovelo. E se não ficou também, xurumelas a esse não bonito.
porque esse tal moço que comigo proseou era bonito, bonito, muito bonito. no sentido literal e carnal da palavra por fora, por dentro acho que era um menino, pois de moço mesmo só tinha a barba. novinho de idade, mas cara de moço de barba e tudo na cara. e era o mais bonito, da festa toda.
e tenho dito.
* é acho que tenho revelado meu gosto apurado por homens com barba e cabelo desgrenhado. afinal pente pra quê?
a bala de banana

E um moço bonito me encantou com seu jeito meio avoado.
Seus cachos, sua barba, seu olhar.
Comprei uma bala de banana para o moço bonito. Só não sabia como entregaria a simples balinha embrulhada com palha de milho. Fiquei carregando a balinha pra cima e pra baixo. A timidez não permitia, o moço era muito bonito.
Bonito demais.
Até que num outro dia, digo um dia depois de ter comprado a balinha, singela e doce.
Esbarrei-me com o moço em um intervalo e justo ali papo vai papo vem.
Ouvi um elogio vindo dele à um doce de banana que estava sobre a mesa, não tive dúvidas, e de sopetão perguntei se ele havia comido a bala de banana das moças que vendiam ali em baixo. Ele respondeu que não, e eu.. ofereci a balinha.
Ele disse obrigado, chamou pelo meu nome.
E eu, que mal sabia que ele meu nome sabia, sai dali com minha missão cumprida.
Entreguei a bala ao moço bonito.
* a bala foi uma dessas que esta na foto.
** a foto do moço bonito, tenho vergonha de mostrar. :)
21 junho 2007
13 junho 2007
orgulho
E eis que consigo realizar a tarefa a mim dada..
Transmitir a Jornada, da qual participo da organização, ao vivo para todo o mundo internáutico.. então meus caros se vcs quiserem espiar um pouquinho..
Sintam-se a vontade.
III Jornada de Assentamentos Rurais ao vivo pra vocês!
Transmitir a Jornada, da qual participo da organização, ao vivo para todo o mundo internáutico.. então meus caros se vcs quiserem espiar um pouquinho..
Sintam-se a vontade.
III Jornada de Assentamentos Rurais ao vivo pra vocês!
11 junho 2007
desassossego
A semana passou intensa como pimenta malagueta, o fim de semana prolongado com intermezzos de trabalho intenso e estafante também passou.
Teve choro, vadiação,trabalho, sono escasso, soneca no meio de uma tarde de sábado, bandinha muito boa no boteco da esquina, desentendimento-reconciliação, teve dança em baladinha anos 80, celebração contra a homofobia, celebração da vida, paquera, garotas superpoderosas como sempre todos os dias (essas que só não tem o mesmo sangue que eu, mas considero irmãs de sangue azul), teve guatemalteco, norte-americano e muitos brazuquinhas, leve caninha, fadiga, pornô-chanchada da pior qualidade, música da melhor qualidade, tríade dani-tata-lili.
Tem muito mais por aí, sempre tem muito mais.
Porque a agenda tá sempre esturricada e esbaforida.
Quero que o novo fim de semana prolongado chegue loguinho.
E faço meu anúncio.. não estou sussas. Nada sussas.
Teve choro, vadiação,trabalho, sono escasso, soneca no meio de uma tarde de sábado, bandinha muito boa no boteco da esquina, desentendimento-reconciliação, teve dança em baladinha anos 80, celebração contra a homofobia, celebração da vida, paquera, garotas superpoderosas como sempre todos os dias (essas que só não tem o mesmo sangue que eu, mas considero irmãs de sangue azul), teve guatemalteco, norte-americano e muitos brazuquinhas, leve caninha, fadiga, pornô-chanchada da pior qualidade, música da melhor qualidade, tríade dani-tata-lili.
Tem muito mais por aí, sempre tem muito mais.
Porque a agenda tá sempre esturricada e esbaforida.
Quero que o novo fim de semana prolongado chegue loguinho.
E faço meu anúncio.. não estou sussas. Nada sussas.
05 junho 2007
da minha falta de gramática
Faz um pouquinho mais de uma semana que voltei à realidade.
A minha realidade de adultescente.
Os objetos da minha vida começam a tomar conta novamente de seus devidos lugares.Idéias, sempre mirabolantes, o que é pertinente ao meu mundo, preenchem mesmo que quase escondidas, todos os espaços vazios da minha cabeça e veja bem, estes não são muitos.
Fico testando todos os limites e possibilidades.
Redescubro que para não fugir das regras da minha vida, o trabalho sempre ronda e rodeia e permeia e invade muitos dos minutos e das horas que compõem meu dia. Então, desta maneira, reinvento formas de burlar um pouco a dureza e frieza das coisas. É um pré-inverno, afinal de contas, e nestes dias têm feito muito frio na América do Sul. Não há nenhum corpo na cama além do meu. Este se envolve em cobertas que cumprem bem o sua finalidade. Para ficar pela casa encontrei para os meus pés um par de pantufas vermelhas fofas em formato de ursinhos de pelúcia. Meus pés fortes e grandes, talvez desajeitados neste mundo cheio de padrões, enfrentam o mundo da forma que lhes é conveniente. Possuo também meus dengos e vez ou outra, nestes dias raros, gosto de adornos de menina, como menina que sou.
Minhas idéias mirabolantes ficam meio ali rondando tímidas ao lado das preocupações que dominam as horas e minutos do meu dia. O tempo passa tão saltitante e tilintante, como se é já de costume nos dias de hoje quando este se é perdido pelo vento e ruas e trânsitos. Não há mais tempo pra nada.
As preocupações, tarefas, listas e coisas, digo trabalho, continuam lá dando sentido e guiando o caminho. Será que esse caminho deve continuar a ser seguido?
Trabalhar é preciso.
O resto de café na xícara já está gelado, assim como minhas mãos que digitam palavras, antes sem sentido, neste profano teclado. A minha letra de mão não possue mais a mesma grafia de antes, quando era tão bem treinada, afiada. O sol que aquecia minha sala já se foi. Não tem romance no ar, ele se foi, lavado ralo abaixo junto com a água do banho.
E preciso voltar as outras palavras não menos sérias, mas que conferem ao meu momento o conjugar do verbo trabalhar. Preciso estudar a gramática.
A minha realidade de adultescente.
Os objetos da minha vida começam a tomar conta novamente de seus devidos lugares.Idéias, sempre mirabolantes, o que é pertinente ao meu mundo, preenchem mesmo que quase escondidas, todos os espaços vazios da minha cabeça e veja bem, estes não são muitos.
Fico testando todos os limites e possibilidades.
Redescubro que para não fugir das regras da minha vida, o trabalho sempre ronda e rodeia e permeia e invade muitos dos minutos e das horas que compõem meu dia. Então, desta maneira, reinvento formas de burlar um pouco a dureza e frieza das coisas. É um pré-inverno, afinal de contas, e nestes dias têm feito muito frio na América do Sul. Não há nenhum corpo na cama além do meu. Este se envolve em cobertas que cumprem bem o sua finalidade. Para ficar pela casa encontrei para os meus pés um par de pantufas vermelhas fofas em formato de ursinhos de pelúcia. Meus pés fortes e grandes, talvez desajeitados neste mundo cheio de padrões, enfrentam o mundo da forma que lhes é conveniente. Possuo também meus dengos e vez ou outra, nestes dias raros, gosto de adornos de menina, como menina que sou.
Minhas idéias mirabolantes ficam meio ali rondando tímidas ao lado das preocupações que dominam as horas e minutos do meu dia. O tempo passa tão saltitante e tilintante, como se é já de costume nos dias de hoje quando este se é perdido pelo vento e ruas e trânsitos. Não há mais tempo pra nada.
As preocupações, tarefas, listas e coisas, digo trabalho, continuam lá dando sentido e guiando o caminho. Será que esse caminho deve continuar a ser seguido?
Trabalhar é preciso.
O resto de café na xícara já está gelado, assim como minhas mãos que digitam palavras, antes sem sentido, neste profano teclado. A minha letra de mão não possue mais a mesma grafia de antes, quando era tão bem treinada, afiada. O sol que aquecia minha sala já se foi. Não tem romance no ar, ele se foi, lavado ralo abaixo junto com a água do banho.
E preciso voltar as outras palavras não menos sérias, mas que conferem ao meu momento o conjugar do verbo trabalhar. Preciso estudar a gramática.
01 junho 2007
:)
e tô aqui boba e admirada e feliz de ver relatos, depoimentos assim, de amor.
Dá até arrepio na espinha e alegria que não cabe no coração.
Alegria de ver, de saber, de presenciar.
Torcer e torcer e sorrir por e com.
Dá até arrepio na espinha e alegria que não cabe no coração.
Alegria de ver, de saber, de presenciar.
Torcer e torcer e sorrir por e com.
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